Segundo informações preliminares, trata-se de um desdobramento de investigações anteriores que apontam para a prática criminosa realizada por meio da Codego
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) cumpre, na manhã desta sexta-feira, 23, um total de dez mandados de busca e apreensão em uma ação que investiga a venda irregular de terrenos públicos do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).
A operação, denominada de Aurantiaco, foi deflagrada via Delegacia Estadual de Combate à corrupção (Deccor). Segundo informações preliminares, trata-se de um desdobramento de investigações anteriores que apontam para a prática criminosa realizada por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego). Aguarde mais informações.
Relembre o caso
Em junho, o delegado adjunto Francisco Lipari foi encarregado de seguir com as investigações onde acabou intimando para depor sobre as irregularidades encontradas no processo de venda de terrenos no Daia os ex-gestores e diretores da Codego.
Conforme apurado pelo Jornal Opção, o ponto de partida das investigações do contrato entre a Codego e a empresa ETS para a construção de um shopping no Daia, foi uma reunião, ocorrida em 2017, que autorizou a venda do terreno. A empresa que adquiriu a área é de propriedade de Matheus Henrique Aprígio Ramos, filho de Carlinhos Cachoeira.
Foi dessa reunião que partiu a autorização para a construção do shoppping em uma área do Daia. Os integrantes do conselho à época eram João Furtado de Mendonça Neto, Júlio Vaz, Sérgio Cardoso e Danilo de Freitas. A Polícia Civil conta com o apoio da Controladoria Geral do Estado (CGE) para elucidar o caso.
Em dezembro de 2017, o conselho da Codego permitiu a negociação de duas áreas com extensão de 22 mil metros quadrados por um valor pouco superior R$ 53 mil. A direção do Codego à época autorizou a negociação do terreno e que parte do pagamento fosse por meio de uma Parceria Público Privada (PPP), em que a empresa ETS construiu a sede Regional da Polícia Civil na cidade de Anápolis.
A empresa ainda pagou R$ 25,8 mil, parcelados no decorrer de um ano, para só então o contrato de compra e venda fosse formalizado. O que ocorreu em abril deste ano.
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