“Passei a ter informações de que Fabrício Queiroz seria assassinado.” Para “colocar isso na conta da família Bolsonaro”

A capa “Veja” desta semana é Frederick Wassef, ex-advogado e conselheiro do presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro. A revista estampa a fotografia do ex-primeiro amigo dos Bolsonaro. Entrevistado pelos repórteres Daniel Pereira e Sergio Ruiz Luz, o suposto “Anjo” tenta explicar por qual motivo decidiu proteger uma pessoa que “não” conhecida e não defendia, como advogado: “Passei a ter informações de que Fabrício Queiroz seria assassinado. O que estou falando aqui é absolutamente real. Eu tinha a minha mais absoluta convicção de que ele seria executado no Rio de Janeiro. Além de terem chegado a mim essas informações, eu tive certeza absoluta de que quem estivesse por trás desse homicídio, dessa execução, iria colocar isso na conta da família Bolsonaro que o matou em uma suposta queima de arquivo para evitar uma delação”.
Numa entrevista de mais de 15 mil caracteres, os repórteres não fizeram nenhuma pergunta sobre o faturamento da ex-mulher de Wassef no governo Bolsonaro — acima de 40 milhões. Por que, se Bolsonaro vinha afastando prestadores de serviço que atuaram nos governos do PT, a ex-mulher do advogado foi mantida, tendo o faturamento elevado?
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via Jornal Opção
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